Agenda de Eventos
18ª Semana do Teatro
Local: Casa da Cultura e Espaço Cultural
Sobre:
De 18 a 24/03
18ª Semana do Teatro
Entrada franca – Lugares limitados – Reservas no local
Programação:
Dia 18/03 – 10h, 14h e 20h
Participação Especial – Apoio Proac
Peça As Três Mulheres Sabidas
Com a Cia Dedo de Prosa
O que é: Três mulheres utilizam o poder da sabedoria feminina para enfrentar os mais diferentes desafios que aparecem em seus caminhos. Estas três mulheres muito especiais comandam as ações de três contos da tradição oral britânica, respectivamente, A pobretona que virou rainha (de origem irlandesa), Pele de foca e O touro negro de Norroway (ambos de origem escocesa).
Direção de André Garolli e Luciana Viacava.
Com Dinah Feldman, Fernanda Viacava e Priscilla Herrerias
Duração: 60 min. - Indicação Livre
Dia 19/03 – 20h
Casa da Cultura
Peça “A Lição do Rinoceronte Careca” baseado na obra de Eugéne Ionesco
Grupo Ágape de Teatro de Tupã
Direção: Renato Gonzales e Lucas Godoy
Orientadora: Viviane Dias
O que é: Entre as cobranças que permeiam a relação de dois amigos, um casal que se reconhece um professor sádico e uma aluna deslumbrada, um lógico e um senhor idoso, existe uma vida absurdamente cotidiana onde nem mesmo um enorme rinoceronte pode atrapalhar os planos. Indicação 12 anos
Dia 20/03 – 20h
Casa da Cultura Peça “Ao Revés do Papel”
Grupo Preto no Branco de São Paulo
Direção: Fernando Cruz
Orientadora Paula Ibañez
O que é:Três andarilhos vagueiam num constante atrelar de seus bois, buscam lugares, olhos e ouvidos para que possam contar histórias. Tais histórias nutrem a continuidade de suas trajetórias, nutrem neles a esperança de que todos tenham uma história para contar. E partem, em busca de mais alimento. I
Indicação 12 anos
Dia 21/03 – 20h
Casa da Cultura
Peça “O Arquite e o Imperador da Assíria”
Cia de 02 de São José dos Campos
Direção e orientação: Leonardo Antunes
O que é:Dois homens em uma ilha deserta. Um sobrevivente de um acidente aéreo. O outro, nativo do lugar, dotado de poderes sobrenaturais. O sobrevivente, herdeiro do mundo civilizado, busca estabelecer uma relação de poder e nomeia-se Imperador de uma civilização fictícia.
O nativo, seu único súdito nomeado Arquiteto, deseja experimentar a civilização, alimentando a crença de que assim descobrirá o que é ser feliz. Isolados do mundo, ilhados num espaço imaginário, estas duas figuras criam relações de dominação e dependência. Dois atores que se revezam em uma série de papéis – opostos e complementares – e, com seus jogos de cena, nos permitem vislumbrar aspectos presentes em toda a humanidade.
Indicação 16 anos
Dia 22/03 – 20h
Espaço Cultural “Cidade do Livro”
Peça “Maria Peregrina”
Grupo: Os Marias de Pirassununga
Direção Maria Cândida
Orientador: Leonardo Antunes
O que é:Esse texto transita entre a comédia e o drama. Apresenta três histórias: uma de paixão, outra cômica e a terceira que recria um texto do teatro Nô, que ilustra o universo da santa popular Maria Peregrina. Conhecida como Nega do Saco ou Maria do Saco, ela viveu mais de 20 anos nas ruas de Santana, um dos bairros mais antigos de São José dos Campos. Após sua morte, em 1964 passou a ser considerada santa popular, integrando o universo folclórico do Vale do Paraíba. No início da peça, Maria Peregrina surge sem memória e é auxiliada por um romeiro a relembrar fatos de sua vida.
Indicação 10 anos
Dia 22/03 – 21h30
Casa da Cultura Participação Especial – Projeto Circuíto Cultural Paulista
Peça Aberdeen, um Possível Kurt Cobain
O que é: Nicolas Trevijano interpreta uma projeção do vocalista do Nirvana, ícone da história recente do rock, nas horas seguintes à sua morte. Kurt Cobain (1967-1994) nasceu em Aberdeen, na costa oeste dos Estados Unidos, e na vida pessoal, frágil e autodestrutivo, mostrava um comportamento que pouco lembrava a postura dos palcos. É justamente essa imagem que o autor retrata no texto. Dirigida por José Roberto Jardim, a montagem traça um retrato do jovem, amparada pelos escuros e narrações em off.
Indicação 14 anos
Dia 23/03 – 18h
Espaço Cultural “Cidade do Livro”
Peça “A Árvore dos Mamulengos”
Cia 1º Ato de Valparaíso
Direção Abel Belon
Orientador: Will Damas
O que é: Amor, traição e trapaças. Esses são os ingredientes da comédia musical que conta a história de Marquesinha, uma donzela obrigada pelo pai a se casar com o cabo Fincão. O problema é que Marquesinha é apaixonada por João Redondo, o artista que manipula os bonecos do circo Boca Mole, a moça usará de artimanhas para fazer valer o seu amor.
Indicação Livre
Dia 23/03 – 20h
Casa da Cultura
Peça “Kworokango Histórias e Memórias”
Grupo Fênix de Tupã
Direção Charles dos Passos
Orientadora Viviane Dias
O que é: São inúmeras as influências teóricas identificadas em Kworo Kango Histórias e Memórias. O pensamento revolucionário de Karl Marx, a descoberta ou inconsciente pela psicanálise e o estudo do Totem e Tabu de Sigmund Freud, a liberação do elemento primitivo no homem, uma proposta de vários escritores da corrente surrealista como André Breton, as questões em torno do selvagem discutidas pelos filósofos Jean- Jacques Rousseau e Michael de Montaigne. Essas influências ganham, na pena de Oswald de Andrade, vida nova ao se amarrar sob a rubrica de um conceito também inédito e com raízes na história da civilização brasileira. Antropofagia. O Ápice do primeiro tempo modernista, inaugurado oficialmente com a semana da arte moderna de 1922. A etapa antropofágica realiza a contradição violenta entre duas culturas a americana e a latina de herança cultural europeia, que formam a base da cultura brasileira, mediante a transformação do elemento selvagem em instrumento agressivo.
Não se trata mais de um processo de assimilação ou harmoniosa espontaneidade entre dois palcos como de certa forma o autor pregava no Manifesto da Poesia do Pau- Brasil. Agora o primitivismo aparece como signo de deglutição da critica do outro, o moderno e civilizado. Tupy, or not tupy, that is the question. O mito que antes era irracional serve tanto para criticar a historia do Brasil e as consequências de seu passado colonial, quanto para estabelecer um horizonte utópico, em que o matriarcado da comunidade primitiva substitui o sistema burguês patriarcal. “Contra a realidade social, vestida e opressora, cadastrada por Freud. A realidade sem complexos, sem loucura, sem prostituições e sem penitenciarias do matriarcado de pindorama”.
Indicação 16 anos
Dia 24/03 – 20h
Casa da Cultura
Peça “Histórias Lá da Serra”
Grupo Anônimos da Arte de Botucatu
Direção Sandra Mezzena
Orientadora: Duliana Perez
O que é: Buscando conhecer novas técnicas teatrais, o grupo Anônimos da Arte iniciou em 2012 uma pesquisa sobre teatro épico e sobre as técnicas de Brecht. Encontramos dentro da nossa realidade as histórias que nós gostaríamos de contar e no universo caipira nos emocionamos nos divertimos, e refletimos sobre a vida e seus verdadeiros valores. Afinal, quem somos nós? Caipiras do interior de São Paulo. Somos gente de verdade, que vive em contato com a natureza, que valoriza as amizades, que acredita no ser humano. Conhecemos pessoas, anônimos da vida que contaram suas histórias e encantaram nossos corações. Passamos a pesquisar a cidade de Botucatu e conhecemos uma história que não está nos livros da escola. Um Lajeado que é muito mais que uma fazenda ligada a UNESP, a importância do transporte ferroviário para o crescimento da região, enfim, tanta coisa que ficou difícil retratar em uma história só. Construindo e desconstruindo, fomos tomando um rumo e o triangulo amoroso dos personagens Tereza, João e Ana foram a base para mostrar vários outros assuntos como e evolução dos grandes centros, o respeito às diversidades, o amor ao, o abandono de idosos, as amizades verdadeiras, a importância da família, o folclore regional, a reflexão sobre o tempo, etc. Este é o resultado final de um longo processo, os primeiros passos do mais novo grupo de pesquisa teatral “Anônimos da Arte”.
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